27 de maio de 2017

SENADOR ACUSA PT DE USAR MANIFESTAÇÕES PARA VOLTAR AO PODER


Medeiro disse o que já percebe a maioria do povo
O senador José Medeiros (PSD-MT) acredita que a insistência de alguns políticos pela realização de eleições diretas no Brasil é, na verdade, para levar o ex-presidente Lula de volta ao poder. Ele afirmou que o Partido dos Trabalhadores está desesperado porque Lula pode não ter condições jurídicas de ser candidato no pleito de 2018. Em pronunciamento nesta quinta-feira (25), Medeiros explicou que a Constituição prevê eleições indiretas no caso de dupla vacância na Presidência da República nos dois últimos anos de mandato, e que não há tempo hábil para analisar uma Proposta de Emenda à Constituição modificando isso. Para ele, o PT usa inclusive as manifestações populares para tentar voltar ao governo. - [Os petistas] querem voltar para a Presidência e para isso eles fazem qualquer coisa. E ontem o dia deixou isso bem claro. Mas começaram a dizer que o governo não está fazendo nada, que o governo está acabado, que o governo aumentou juros, aumentou o desemprego. Estão pegando todos os 13 anos de malfeitos e querendo jogar agora - afirmou.

ITABUNA AVANÇA NA MELHORIA DO TRANSPORTE COLETIVO


26 novos ônibus consolida Itabuna como referência no setor
Com investimentos de aproximadamente R$ 10 milhões na renovação da frota do transporte coletivo de Itabuna, as empresas Sorriso da Bahia e São Miguel entregaram 26 novos ônibus ao povo itabunense e os novos veículos já foram integrados ao sistema de transporte público. A renovação da frota faz parte do processo de modernização, implantado a partir da licitação que definiu as duas empresas como operadoras do sistema no município. A licitação também incluiu outras ações que estarão sendo implementadas pela Associação das Empresas de Transportes Urbanos (AETU), que também irá contratar uma empresa que fará um estudo detalhado do setor, incluindo ações de reengenharia de tráfego. “Com os novos ônibus ficou bem melhor, a gente viaja com mais conforto”, disse o operário Anselmo Mendes, morador da Nova Califórnia. “É sempre bom ter um serviço de transporte de qualidade e acredito que vai melhorar ainda mais”, afirmou a dona de casa Marisa Almeida, moradora do São Caetano. A AETU também disponibilizou a Central de Atendimento Gratuita, pelo numero 0800 286 0085, um serviço implantado desde o dia 10 de maio, que funciona das 7;30 às 12:00 horas e das 14:00 às 17 horas, agilizando o esclarecimento dos serviços prestados e recebendo eventuais reclamações dos usuários para que elas sejam sanadas.

PARA OS EMPRESÁRIOS DE ITABUNA, O CHUTE NOS TESTÍCULOS SURGIU PRÓXIMO DO ORGASMO


Os empresários de Itabuna estão atônitos com a crise nacional
Estive recentemente numa reunião da Associação Comercial de Itabuna, quando entre empresários, principalmente, pequenos e médios, perguntados sobre os últimos acontecimentos que geraram essa turbulência nos mercados, um respondeu com essa lacônica pergunta: “Por que agora?”. Nesta pequena resposta vai uma infinidade de questionamentos que traduzem bem a apreensão de sentir esvair-se repentinamente toda uma esperança de recuperação da nossa economia. Para eles, não se trata de Temer cair ou não cair. Isso pouco importa. Mas trata-se do momento em que uma competente equipe econômica luta para soerguer uma economia combalida, impregnada por dois dos piores problemas: inflação e desemprego. Outro diz: “Por que não esperaram mais um pouco?” Pode parecer estranho, mas a linguagem de quem gera riqueza, emprego, imposto e faz com que a economia de um país funcione como uma grande engrenagem é diferente daqueles que só veem e usufruem de seus resultados. E um outro: “E as reformas que estavam, mesmo com todos os protestos, encaminhando-se para se tornar realidade e colocar o Brasil no contexto de nações desenvolvidas?”. As esperanças desvaneceram-se. Irônico ver que tudo isso foi perpetrado exatamente por um empresário, que se locupletou da política para fazer negociatas com estatal e soerguer sua empresa que atravessava sérias dificuldades. Mas pouco importa para ele o momento que atravessa o mercado brasileiro pois já fincou tentáculos enormes pelo mundo afora, além de ficar livre dos crimes cometidos, pagando a multa com o estouro do dólar provocado intencionalmente pelas suas delações; vinha comprando compulsiva a moeda americana. É de pasmar ter que ouvir daqueles que foram responsáveis pelo momento que nos aflige, aparecerem agora como salvadores da Pátria. Logo eles, componentes de partidos que primaram pelas falcatruas, embustes e todos os significados que estes substantivos nos sugerem. E a nós outros, pobres mortais, cabe-nos assistir ao espetáculo de atitudes amorais e totalmente desprovidas de ética que a cada dia leva-nos para um caminho sem esperança.

O POVO ESTÁ DESANIMADO DE TANTO VER TRIUNFAR A CORRUPÇÃO NESTE PAÍS


Muito pior que Maluf, Lula, Wagner... são que continua votando neles!
Embora saibamos que há muito tempo a corrupção tem reinado em terras brasileiras, o que vem ocorrendo com o país nos últimos anos e só veio à tona agora chocou o mundo, desestabilizou a economia e a confiança dos investidores, o que não será algo fácil de retomar. Às vezes o Brasil parece, de forma clara, ser um país “feito para alguns lucrarem”: o país não tem outro meio de transporte senão o rodoviário. As estradas são ruins, muito embora as reiteradas reformas – apesar de algumas estarem realmente abandonadas -. O combustível é caríssimo, apesar de produzido aqui. As montadoras de veículo têm margens de lucro absurdas, muito maior que em outros países do mundo cujos habitantes tem maior renda. O governo, por sua vez, reduz o IPI constantemente para que as montadoras vendam cada vez mais veículos. É um ciclo vicioso. O Brasil é um dos países com mais recursos naturais do mundo, tem um potencial para produzir muito, mas não o faz. A questão é: por quê? Porque o país verde-amarelo é um eterno contrassenso: apesar de tanto potencial, é o país que mais arrecada, mas arrecada da forma errada. Arrecada-se tributando os empresários, principalmente os menores, que além de achatados pela própria competição de mercado, não tem auxílio do governo – ao contrário, é massacrado por ele -. Aqui, incentiva-se o comércio, não a produção. A inflação e o baixo crescimento é o fruto disto. E mais, o que se arrecada simplesmente não se vê em contraprestações. O dinheiro sai dos municípios para a União. Então, para que o Município realize obra ou adquira bens, ele espera o repasse da União e do Estado, daquele mesmo dinheiro que os munícipes contribuíram. Assim, quando a verba é repassada, muito vai “ficando pelo caminho”. Em função da dita distribuição de renda pelos Estados, os que mais arrecadam são, por vezes, os que menos recebem contraprestações. É quase um incentivo aos Estados que menos produzem. Há muita coisa errada aqui, não se pode discordar. Não será um presidente que irá mudar isso, é algo gradativo. O país precisa de políticas públicas efetivas: educação, investimento em infraestrutura e saúde, entre outras necessidades. Mas para isso, o ceticismo não serve, a mudança é necessária, precisa-se que cada um faça sua parte. Pois, como diria Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”.