24 de abril de 2017

PREFEITO DE ITABUNA MENTE EM NOTA


Para Cuma a comédia está em fazer média com o povo
O Prefeito de Itabuna acabou com um serviço da gestão anterior para relançar como “novo” e iniciativa de seu governo, uma mentira repetida por blogs alinhados com Fernando Gomes e veículos sem memória. O serviço foi implantado na gestão de Paulo Bicalho na Saúde e começou a ser prestado em setembro do ano passado. Neste ano, o prefeito provisório Fernando Gomes acabou com o serviço em fevereiro. Ele alegou na época "falta de verbas", apesar de não haver qualquer problema deste tipo na gestão de Claudevane Leite, até dezembro. A decisão deixou sem atendimento dezenas de pessoas. Agora, a Prefeitura de Itabuna emitiu um press-release dizendo que “uma nova técnica de combate às varizes dos níveis 2 ao 6 começou a ser oferecida pelo Hospital de Base de Itabuna, a escleroterapia com espuma”. Outra mentira foi que “o procedimento indolor foi incorporado pelo Sistema Único de Saúde em janeiro”. Ele existia desde setembro e só voltou a ser oferecido agora em abril. (A Região).

23 de abril de 2017

O EGOÍSMO E A INCOERÊNCIA NOSSA DE CADA DIA


Todos os dias nos deparamos com exemplos ruins de conduta
Existem situações, que lamento não acontecerem apenas em Itabuna e que me entristecem e demonstram que temos um longo caminho a percorrer. Assisto no estacionamento de um supermercado a vaga destinada aos deficientes físicos ser tomada por um carro, dele descendo um rapaz de seus 22 anos, porte atlético, “bombado” como se diz, sem qualquer sinal visível de deficiência física e muito menos de idade avançada. Nem aí para a placa ou marcação no asfalto. Seria ele um deficiente visual? Não era, mas certamente ele e muitos outros são deficientes em educação, cidadania e respeito. É mais cômodo e mais perto e o resto, bem, o resto que se lixe. Já noutro dia estava eu em uma longa fila de banco quando um rapaz passou na frente de umas vinte pessoas com a maior naturalidade e uma imensa cara de pau! Ninguém disse nada apesar de todos criticarem tal atitude em voz baixa, gerando aquele típico murmurinho de desaprovação até que decidi lhe informar que a fila se iniciava bem lá para trás e que ele havia “se equivocado”. Daquela vez não colou. E tem aquela família que alegremente joga os copos e pratos descartáveis, restos de comida e todo tipo de material pela janela de seus carros em movimento sem se preocupar em viver num lixão a céu aberto. Seriam analfabetos ou não veriam avisos e placas? Claro que não. Essas pessoas ignoram regras mínimas de convivência e civilidade e repetem erros que costumam apontar aos outros. Reclamam da falta de respeito, reclamam da sujeira na cidade, da falta de educação e tantas outras, mas elas próprias são agentes do desrespeito e descaso nas ruas. Já na avenida Fernando Cordier as sirenes anunciam alguma viatura policial, ou ambulância em missão de urgência. Abro passagem como posso, os outros carros e motos fazem o mesmo até que vemos serem de uma empresa privada que vende cartelas de um jogo de prêmios a serem sorteados, em desfile glorioso anunciando a venda de suas cartelas... danou-se! Infelizmente esta é a realidade com a qual nos deparamos muitas vezes em nosso dia a dia. Ocorre que civilidade e organização são os segredos de um povo civilizado. A atitude do primeiro eu, tudo eu, do mais esperto, não produz respeito, dignidade ou solidariedade. É atraso, subdesenvolvimento e desrespeito para com o próximo e segundo observação do ditoso advogado Andirlei Nascimento, o mau jeito estraga tudo, tanto quanto o “jeitinho brasileiro”, inclusive o que é justo e razoável.

EM TRÊS ANOS, PRINCIPAIS EMPRESAS CITADAS NA LAVA JATO DEMITIRAM QUASE 600 MIL


Muitos dos desempregados ainda defendem Lula. Babacas!
A recessão, a queda do preço do petróleo, a redução dos gastos do governo e a Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção envolvendo a Petrobras, empreiteiras e agentes do governo, tiveram efeito devastador no emprego, segundo o Estadão. De acordo com a publicação, dez das maiores empresas citadas na Lava Jato mostra que, somente entre funcionários diretos e terceirizados dessas companhias, o corte de vagas entre o fim de 2013 (antes da deflagração da Lava Jato, em março de 2014) e dezembro de 2016 foi de quase 600 mil pessoas. Analistas apontam que o efeito foi ainda maior, quando se consideram as vagas indiretas. A reportagem detalha que empresas do setor de óleo e gás, como a Petrobras, foram afetadas pela redução da cotação do petróleo, que hoje está próxima de US$ 50. Já as grandes construtoras e incorporadoras tiveram de lidar com o alto endividamento da população, que deixou de comprar imóveis, e com a conclusão – ou interrupção – de projetos de infraestrutura, diante da deterioração das contas do governo. A conta de 600 mil postos de trabalho fechados mostra um impacto considerável – equivalente a 5% do total de pessoas que entraram na fila do desemprego entre 2013 e 2016, que foi de 11,2 milhões. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o total de desocupados no País era de 1,1 milhão em dezembro de 2013; no fim de 2016, o número havia crescido para 12,3 milhões. Ainda segundo o jornal, após um período de longa bonança, as companhias envolvidas na Lava Jato vivem momentos de dificuldade e tentam se reestruturar. As construtoras Queiroz Galvão, Engevix, OAS e Mendes Júnior estão entre as que pediram recuperação judicial. A Sete Brasil, empresa criada pela Petrobras para a construção de sondas de petróleo, está na mesma situação.

‘CUSTO DA MÁ GESTÃO DE DILMA É MAIOR QUE O DA LAVA JATO’


A ex-presidente Dilma foi um desastre para o país
O economista Eduardo Giannetti da Fonseca diz que os impactos da Operação Lava Jato, que apura corrupção na Petrobrás, podem ter efeitos negativos sobre a economia brasileira, que esboça uma reação, mas afirma que as investigações em curso não deram origem à atual recessão pela qual o Brasil passa. Segundo ele, a má condução do governo Dilma Rousseff, com políticas equivocadas colocou o Brasil nesta profunda crise, gerando a alta taxa de desemprego. A seguir, trechos da entrevista: Um levantamento feito pelo ‘Estado’ mostra que as principais empresas envolvidas na Lava Jato demitiram quase 600 mil pessoas. As novas delações poderão piorar esse cenário? O impacto (negativo) indireto sobre o emprego é ainda maior. Afeta toda cadeia, desde os fornecedores até o consumo que deixa de ser feito porque a atividade não aconteceu. Com as delações que vieram à tona semana retrasada, o impacto da Lava Jato na economia pode ser maior daqui para a frente? Acho que seria um erro de análise atribuir a atual crise econômica e o desemprego à Lava Jato. Estaríamos em crise e com alta taxa desemprego, independentemente da Lava Jato. Não foi a operação que criou esse problema. Ela ajudou a agravar, uma vez que as decisões tomadas no âmbito da corrupção que a operação está revelando foram péssimos investimentos. Um exemplo é a refinaria Abreu e Lima. Foram gastos dezenas de milhões de reais e nenhum real de retorno. A Lava Jato não causou a crise econômica.