31 de março de 2014

PETISTAS E COMUNISTAS SÃO LASTIMAVELMENTE IGUAIS CONTRA CPI DA PETROBRÁS

Virou clichê dizer que “todos os políticos e partidos são iguais”. É essa também a impressão de uma grande parcela de cidadãos que aderiu às manifestações em todo o país. Para chegar a essa quase-certeza (ou certeza, para os mais convictos), houve a colaboração intensiva da mídia no dia a dia da cobertura política. É verdade que boa parte dos políticos tem contribuído para que essa percepção prevaleça. Mas esse sentimento quase unânime foi também habilmente construído pelos meios de comunicação. Pura e simplesmente por omissão, por sonegar informação ao leitor, ao radiouvinte, ao telespectador, ao internauta. Não interessa aos donos da mídia dizer “quem é quem” no cenário político nacional, estadual e municipal. Por isso, com raríssimas exceções, a cobertura de votações importantes costuma trazer apenas o resultado, sem mencionar claramente como votaram os partidos, os vereadores, os deputados e os senadores. Pode-se alegar que, nos veículos impressos ou na TV, não há espaço e tempo para tanto detalhamento. Dependendo da importância do que está em votação, por que não? Em que manual está escrito que não pode? Depende de que tipo de jornalismo se queira fazer. Na mídia impressa, certamente há espaço – que não ocupa mais do que um parágrafo – para indicar pelo menos o voto dos partidos. Idem nas TVs e rádios. São informações que não deveriam ser omitidas, sob pena de a população nunca saber como votam os seus representantes nas questões mais essenciais. Quem tem feito esse papel, com as limitações evidentes de alcance, tem sido as redes sociais. A diferença de posições ideológicas entre os partidos, apesar dos pesares, fica evidente, por exemplo, no caso recente da votação de criação da CPI da Petrobrás. Todos petistas e comunistas votaram contra a investigação das denúncias de corrupção na estatal. Este fato é que faz a maioria dos brasileiros acreditar que “todos os políticos e partidos são iguais”.

AUGUSTO CASTRO AMPLIA SUAS BASES NO SUL DA BAHIA

Em suas recentes andanças pelas principais cidades sulbaianas, o deputado estadual Augusto Castro (PSDB) consolidou apoios importantes e manteve contatos com diversas lideranças. Ele aproveitou suas visitações e definiu os coordenadores de sua campanha nas cidades que visitou. Em Arataca o ex-prefeito Agenor (PP), se reuniu com o Augusto Castro e o apresentou ao seu grupo, como deputado que terá o apoio dele, com a promessa de fazê-lo o deputado estadual mais votado no Município. Já em Barro Preto, Adriano Clementino (PMDB), e a sua esposa Ana Paula (PMDB) foram os anfitriões de Augusto Castro a quem devem proporcionar expressiva votação. Em Almadina a coordenação ficará sob responsabilidade da vice-prefeita Zelma Lopes (PP). Em Coaraci Augusto Castro contará com o comando de campanha sobre responsabilidade do ex-prefeito Gima (PR) e do ex-candidato a prefeito Jadson (PR). O candidato a prefeito de Floresta Azul, Garrafão (PSB), será o coordenador da campanha de Augusto Castro em Floresta Azul. Ilhéus, Buerareme, Ibicaraí, Jussari, Camacã e Ubaitaba deverão ter seus coordenadores definidos ainda no início deste mês. Em Itabuna ainda não há uma definição do nome que coordenará a campanha, mas existe tendência para a função ser assumida pelo Professor Francisco Carlos, o popular “Chico da Direc”, que nas eleições passadas estava dirigindo a candidatura do Coronel Santana. Ainda estão sendo definidos os nomes das demais cidades da região cacaueira, que ficarão no comando da campanha de Augusto Castro, que atua com bastante agilidade e organização, para confirmar os prognósticos de que sua votação deverá ser uma das mais expressivas em todo o Estado da Bahia.

SANTA CASA DE ITABUNA REALIZARÁ O I CONGRESSO SUL BAIANO DE ONCOLOGIA

A Região Sul da Bahia sediará I Congresso Sul Baiano de Oncologia. O evento será realizado no período de 1º a 5 de abril, no auditório Paulo Souto da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), e fará uma abordagem técnica-científica sobre o tema "Oncologia no Século XXI: desafios da interdisciplinaridade e novas tecnologias". O Congresso é uma promoção da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna (SCMI), do Núcleo de Estudos e Orientação de Onco-hematologia Pediátrica (NEOOP), do Grupo de Apoio a Crianças com Câncer (GACC Sul Bahia) e da Inovarte – Produtora de eventos educacionais. A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) é apoiadora. As inscrições para participar do congresso podem ser feitas através do site www.congressooncologiaba.com.br até o dia 30 de março. Após esse período, serão efetuadas no local do evento até o dia 02 de abril. Todo dinheiro arrecadado com o evento será direcionado para o Grupo de Apoio a Crianças com Câncer do Sul da Bahia (GACC Sul Bahia). Maiores informações pelo telefone (73) 9961-4042 ou emailatendimento@congressooncologiaba.com.br. (arirodrigues.blogspot.com.br).

PT CEDE APOIO AO PMDB EM TROCA DE BLINDAGEM A DILMA


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigará irregularidades na Petrobrás, está fazendo o comando da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff se reaproximar do PMDB, com propósito de consolidar apoios no Congresso Nacional que ajudem a blindar Dilma durante a investigação. Em troca, o PT cede espaços na elaboração dos palanques regionais. O primeiro caso a ser revisto foi justamente onde as negociações estavam mais complicadas: Ceará. No Estado, a crise na Petrobrás pôs fim à disputa de meses entre os irmãos Cid e Ciro Gomes e o senador Eunício Oliveira (PMDB), que reivindicava o direito de disputar o governo. Eunício, que chegou a ser convidado para assumir o Ministério da Integração Nacional para abrir caminho para os irmãos Gomes, rejeitou a oferta feita por Dilma e afirmou que só aceitaria a candidatura ao governo. Passou, desde então, a frequentar todas as reuniões de grupos dissidentes. A crise na Petrobras também deverá empurrar o PT do Maranhão para uma aliança com o senador José Sarney (PMDB-AP) e com a governadora Roseana Sarney (PMDB). Na Paraíba, a ordem é levar o PT para o PMDB do senador Vital do Rêgo. Dilma decidiu que o PT deverá apoiar o candidato Veneziano do Rêgo, irmão dele, ao governo. 

GILBERTO GIL DECLARA VOTO EM EDUARDO CAMPOS EM APOIO A MARINA SILVA


O cantor Gilberto Gil declarou tomou a decisão de declarar seu voto para presidente ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). O voto foi conquistado por conta da acordo entre Campos e a ex-senadora Marina Silva, líder da Rede, que deve ser anunciada oficialmente no dia 14 de abril como candidata a vice na chapa de Campos. "Se eles mantiverem a parceria, como tudo indica que manterão, votarei nos dois", disse Gil para a Folha de S. Paulo. "Gil, o ex-ministro, continua a fazer política quase informalmente. E anda com fé atrás da ex-senadora Marina Silva onde quer ela vá", completou confirmando seu apoio incondicional a ex-senadora. Gil, que já foi ministro da Cultura no governo Lula, disse que não aceitaria um cargo na gestão de Campo e Marina. "Pensando em hoje, não. Pensando em amanhã, não sei. Amanhã é amanhã. Amanhã será outro dia".Apesar do apoio a Marina, o cantor classificou sua relação com a presidente Dilma como "de apreço mútuo, de pessoas que se gostam".

DIVISÃO DAS OPOSIÇÕES NÃO É FAVORÁVEL A RUI




A possibilidade de ruptura na tão falada união das oposições preocupa a cúpula da campanha de Rui Costa. Para o candidato do governo, o ideal seria a união entre o PMDB e o DEM com a escolha de Geddel como cabeça de chapa. Os estrategistas de Rui consideram Geddel o candidato ideal para o enfrentamento e a possibilidade de racha na oposição é vista com preocupação. Isso porque, se o candidato do PMDB colocar sua candidatura em voo solo, haverá na Bahia, pela primeira vez nos últimos anos, uma eleição para governador com quatro nomes fortes: Rui Costa, Lídice da Mata, Geddel Vieira Lima e Paulo Souto. Fontes ouvidas pelo Bahia Econômica afirmam que este cenário dividiria os votos da oposição, mas também dividiria os votos do governo tornando a eleição imprevisível. 


AÉCIO COMENTA POLÍTICA DE DILMA E QUEDA DE POPULARIDADE


O culpado pela queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff, divulgada pela pesquisa CNI/Ibope nesta quinta-feira (27), é o conjunto da obra do governo federal. Esta é a avaliação do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, dada em entrevista coletiva no Senado. Segundo a pesquisa, o índice de aprovação da gestão petista desabou sete pontos percentuais desde a última apuração, em dezembro do ano passado. Foi de 43% para 36%. “Esses indicadores que mostram uma queda da popularidade da presidente e do seu governo são resultado do conjunto da obra. Não é apenas Pasadena e a Petrobras. Certamente, todas essas denúncias impactam sim na consciência, na expectativa dos brasileiros, mas é o conjunto da obra”, afirmou. O senador destacou que os brasileiros estão insatisfeitos com a maneira de governar da atual gestão, sobretudo no que diz respeito a políticas econômicas, de controle à inflação e ao desemprego. “A equação que o PT nos lega é de inflação alta com crescimento baixo. A perda de credibilidade do Brasil ocorreu em umavelocidade estratosférica. No ponto de vista da infraestrutura, nós patinamos até aqui. Passamos dez anos vendo o PT demonizar a participação do setor privado, e o que ocorre hoje? Tudo parado, tudo no meio do caminho. O custo Brasil elevadíssimo, e o Brasil cada vez encolhendo mais a sua participação no comércio externo”, avaliou.