31 de dezembro de 2016

O QUE ESPERAR DE 2017?

Não há como não acreditar que 2017 será de superação e paz
Ao chegarmos ao fim de tão turbulento ano, repleto de incertezas, decepções, indignações, o que esperar de 2017? 2016 nos deixa sem deixar saudades. Mas, ao mesmo tempo, permite-nos, também, uma sensação de restauração. Parece que despontam os primeiros raios de ordem e justiça. Será? Conseguiremos reverdecer a ter confiança em nossas instituições, governantes e representantes? A impunidade será reduzida? A educação será reforçada? Haverá saúde? Segurança? Seria sonhar demais? Mas, qual o homem que não sonha? Martin Luther King, que tanto batalhou por Direitos Civis, adotando sempre a Política da Não Violência, afirma: “Viver é acalentar sonhos e esperanças, fazendo da fé nossa inspiração maior”. E mais: “É buscar nas pequenas coisas um grande motivo para ser feliz. Suba o primeiro degrau com fé. Não é necessário que você veja toda a escada. Apenas dê o primeiro passo”. O Brasil parece ter dado o primeiro passo. No entanto, conseguiremos subir cada degrau? Será que “o sol da liberdade em raios fúlgidos”, brilhará no céu da nossa Pátria, em 2017? Estamos mergulhados, ainda, nas mensagens do final do ano, onde a solidariedade, o aconchego e o otimismo contaminam a todos, apesar de tantos desmandos. Que nos meses que se sucedem possamos conservar o espírito natalino. Propiciemos uma sociedade mais justa e integrada. Acreditemos em um futuro animador. Que todos nós possamos ter neste Ano Novo, que ora desponta, um Brasil mais justo e promissor, com gestores comprometidos e instituições respeitadas. Esqueçamos, um pouco, nossas mazelas. Mergulhemos na esperança de serenidade, justiça e sensatez em 2017. Deixo, aos prezados leitores, um belo poema de Mahatma Gandhi, cujas sugestões os farão, certamente, mais felizes:
“Ensaia um sorriso e oferece-o a quem não teve nenhum. 
Agarra um raio de sol e desprende-o onde houver noite. 
Descobre uma nascente e nela limpa quem vive na lama. 
Toma uma lágrima e pousa-a em quem nunca chorou. 
Ganha coragem e dá-a a quem não sabe lutar. 
Inventa a vida e conta-a a quem nada compreende. 
Enche-te de esperança e vive à sua luz. 
Enriquece-te de bondade e oferece-a a quem não sabe dar [...]” 
Feliz 2017. Será? Acredite!

HÁ DE SE TER NOVA ESPERANÇA EM ITABUNA SEM VIOLÊNCIA

Itabuna necessita logo, de novas esperanças, ordem e progresso
Pouco mais de uma hora entre ida e vinda de uma curta viagem, o que seria uma simples conversa descontraída durante o trajeto, transformou-se no relato de uma grande tragédia. A pessoa que me acompanhava era um jovem trabalhador de quarenta e seis anos de idade, pintor, casado, pai de quatro filhos e semianalfabeto. O conheci há pouco tempo, por indicação, e o contratei para realizar um serviço em minha casa. Gostei do moço, bom profissional, caprichoso no desempenho do seu ofício. Papeando descontraidamente perguntei sobre família, filhos, um diálogo normal entre recém-conhecidos quando percebi que as suas respostas estavam carregadas de forte emoção. Dois dos seus quatros filhos entre dezoito e vinte anos se envolveram com os horrores do consumo e tráfico de drogas. “Quando eu e minha mulher descobrimos que o mais velho tinha entrado nesse ramo, nossa vida virou um inferno”. Prendê-lo em casa, vigiar todos os passos, revistar as suas coisas, roupa, brigas e brigas, agressividade de ambos os lados. Noites mal dormidas esperando a volta do filho ou talvez uma triste notícia. Aos vinte anos, o jovem pagou o preço do infortúnio e foi brutalmente assassinado por comparsas, crivado de balas, cumprindo a “lei” do acerto de contas. Antes mesmo que eu pudesse lhe transmitir uma palavra de conforto, percebi certa ansiedade no pintor. “Minha desgraça não terminou aí, não...”, falou aquele homem com voz embargada quase me surpreendendo pelo repentino desabafo. Sentado na poltrona do õnibus ao seu lado, agora em completo silêncio, optei por só ouvi-lo e me surpreendi quando disse que pouco tempo depois da morte do seu primeiro filho, descobriu que o mais novo, dezoito anos, já estava nas mãos dos traficantes. Nem precisa dizer que esse pai, pobre, sem estudo, mas um homem de bem, trabalhador, entrou em pânico. O que fazer? Vigiá-lo por todos os lugares; proibir seus amigos de frequentarem sua casa; chamar a polícia para assustá-lo? Moralmente vencido, decidiu tomar uma atitude de extrema radicalidade. Entre pranto e desespero da mulher, mãe dos seus dos seus filhos, expulsou o moleque de casa. Abandonado sem teto para lhe abrigar, juntou-se a uma adolescente também usuária de drogas. Não demorou muito e um bandido chamado Zé Pequeno, chefe de tráfico, atualmente preso e conhecido no mundo do crime, descarregou seu revólver atingindo o filho do pintor com seis tiros. Uma semana depois a menina com quem estava vivendo também foi assassinada a tiros dentro de sua própria casa. Milagrosamente e para amenizar a dor desse pai, seu filho sobreviveu e hoje mora em Santa Catarina trabalhando e recuperado. O pintor continua levando sua vida dolorido e assustado com a quantidade de jovens envolvidos no tráfico e a violência nas abordagens indiscriminadas da polícia no bairro onde mora, o Nova Esperança, onde fica o presídio e de onde sai ordens, para causar desordem e mortes em Itabuna.

VEREADOR COM CARGOS NA PREFEITURA, É TAL QUAL LACAIO DE PREFEITO

O vereador que se vende, não vale o preço que lhe pagam
Na condição de presidente do PHS de Itabuna, tenho orientado os vereadores eleitos pelo partido, Júnior do Trator e Babá Cearense, a não aceitarem indicar parentes e aderentes para ocuparem cargos comissionados na prefeitura, pois não há moeda, que não possua cara e coroa. E neste contexto, correlacionado aos cargos estará o condicionamento da subserviência canina e à condição de sujeito eleito para ser vereador, que passa a submeter-se aos caprichos e estorvos do prefeito, que o deixará com cara deslavada, ou algo tal qual coroa fúnebre. Compreendo que muitos parentes e cabos eleitorais cobiçam serem beneficiados com as vantagens pessoais, que o cargo de vereador pode os proporcionar. Entretanto, é necessário propósito de firmeza, coerência e dignidade no exercício de um mandato parlamentar. Vereador não é eleito para permutar suas prerrogativas de legislador e fiscalizador e nenhum eleitor vota em vereador para que os interesses defendidos não sejam para beneficiar a comunidade e o povo em geral. Vereador com aliados ocupando cargos de confiança do prefeito na prefeitura, não passa de off-boy de luxo de alcaide, que usa os recursos públicos para se locupletarem da subserviência de políticos pelegos, medíocres e inúteis.

VANE SAI SEM A DEVOLUÇÃO DOS APARELHOS ROUBADOS DO HBLEM

Vane sai sem dar conta do que foi furtado do Hospital de Base
Talvez a marca mais negativa dos estilos parcimonioso, malemolengo e mequetrefe do prefeito Claudevane Leite ("PCdoB"), seja o furto dos aparelhos respiratórios no Hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães (Hblem), cujo crime permanece sob a pecha dos insolúveis. O desaparecimento destes equipamentos deve está implicando em grave risco de morte para dezenas de enfermos, ou interferindo muito na qualidade do tratamento médico e de emergência. Este furto demonstra o quanto o prefeito Vane do Renascer nunca teve controle do governo, mas é ele quem deve ser responsabilizado pelas negligências dos seus subalternos. Ele é quem deve ser penalizado pelas mazelas ocorridas contra o patrimônio da prefeitura, no transcurso do seu malfadado mandato. Portanto, deve caber ao Ministério Público, a exigência de elucidação à este crime. Isto porque o prefeito não fez o dever de casa. Vane não teve autoridade para determinar rigor e prioridade à sindicância administrativa e investigação policial. E para aumentar o despautério desta ópera-bufa, o Diretor-Geral do Hospital de Base, Paulo Bicalho, acabou sendo premiado com nomeação para o cargo de Secretário Municipal de Saúde. Anteriores a este furto dos aparelho de respiração artificial, também foram roubados de um galpão na Feira Livre do Bairro Conceição, dois gabinetes odontológicos novinhos e cujos paradeiros e autoria de delito, permanecem desconhecidos.

A MESA DA CÂMARA E A MATEMÁTICA DA CONTROVÉRSIA

O G-12 é favorito na disputa pela Mesa Diretora da Câmara
Dois grupos disputam os votos dos vereadores eleitos, para ver quem integrará a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Itabuna, para o próximo biênio 2017/18. O G-9 que possuía os presidenciais Antonio Cavalcante (PMDB), Geraldo Ronaldo (PMN) e Aldenes Meira (PC do B), se restringiu a Ronaldão como cabeça de chapa. E o G-12, que chegou a ter 6 candidatos a presidente, está com Chico Reis (PSDB) como líder da chapa. Abdicaram Charliane (PTB), Babá Cearense (PHS), Ricardo Xavier (PPS), Júnior Brandão (PT) e Beto Dourado (PSDB). A princípio é de se supor, que o G-12 está com fagas contadas para consagrar-se vencedor. Este raciocínio obedece o critério lógico, de que o número 12 é maior que 9 e que neste contexto ganha a maioria. Mas democracia não rima com matemática. E 12 pode se igualar a 10 e 9 chegar a 11. E o 12 que era maior que nove, quando passa a ser 10, ver que o 9 cresceu e ao atingir o número 11, acabou submetendo o 12 a minoria matemática. E esta é uma ciência exata. Mas matemática são números e política são votos. Cada voto de G-12, que passa para o G-9 (e vice-versa), é contado em dobro, pois se configura como o aliado, que passa a ser adversário. E assim, cada voto tem equação de dois. Entretanto, há também a possibilidade da política fazer a matemática do 12 se tornar 13, 14... e neste caso, resultar no 9 se resumir a 8, 7... A guerra destes números está ampliando a necessidade de alguns vereadores ingerirem seus calmantes em dosagem cavalares e sofrerem de insônia, neurastemia e prejuízos financeiros.

NEYMAR ESTARIA PENSANDO EM PEDIR MARQUEZINE EM NOIVADO


Bruna Marquezine e Neymar surgiram juntinhos em uma festa à fantasia
Parece que a reconciliação de Bruna Marquezine e Neymar está indo muito bem. Tanto que, de acordo com o jornal Agora S.Paulo, o jogador pretende pedir a moça em noivado no ano de 2017. Está pouco ou quer mais? No entanto, parece que nem tudo está certo sobre o assunto, isso porque, ainda segundo a publicação, a atriz tem dito para alguns amigos que ainda é muito jovem para isso. Os dois, aliás, estão bem juntinhos nesse final de ano, mas querem evitar a superexposição. Por isso, na festa da virada, que vai acontecer na casa de Neymar, no litoral do Rio de Janeiro, a regra principal é: está proibido fotografar Neymar e Bruna juntos, exceto com a autorização clara de ambos. E aí, será que essa história dá em casamento?

30 de dezembro de 2016

99% DAS LIMINARES DO STF SÃO REALIZADAS INDIVIDUALMENTE


O STF está quase sempre lavando as mãos para as injustiças
Dados do projeto Supremo em Números, realizados pela FGV Direito Rio, apontaram que 99% das liminares concedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) são realizadas individualmente por ministros, contra 1% coletivamente. Há 27 anos, 85% das decisões provisórias eram proferidas pelo Plenário ou pelas turmas e apenas 15% eram ordens monocráticas. Uma das explicações para a mudança é o aumento do número de processos que chegam ao STF, algo entre 80 e 90 mil. O tempo de concessão das liminares foi invertido em 1989, o Plenário ou as turmas levavam 28 dias para proferir uma decisão provisória, e os ministros demoravam 725 dias. Agora em 2015, os magistrados gastavam 65 dias para dar uma ordem desse tipo, e o colegiado, 414 dias.

SÓ 2,3% DOS DELEGADOS DA PF NÃO RECEBEM NOTA MÁXIMA EM AVALIAÇÃO INTERNA


Trabalhar na Polícia Federal é uma das profissões
mais buscadas nos concursos públicos
O trabalho da Polícia Federal chamou a atenção dos brasileiros ao longo dos últimos anos, principalmente com os desdobramentos da Operação Lava Jato. Mas parece que isso também tem afetado a avaliação interna das corporações. Em uma avaliação interna de desempenho, apenas 2,3% dos delegados não receberam a nota máxima. De acordo com a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, a PF divulgou no Diário Oficial a análise sobre os seus servidores e, dos 1.066 delegados avaliados, 1.047 (97,7%) receberam a nota máxima de 140. Para a avaliação, foram considerados critérios como volume de trabalho, tempo de execução, capacidade de visualizar situações e agir prontamente, apresentação de ideias para aperfeiçoar serviços, assiduidade, relacionamento cortês com os colegas e o público, pontualidade e disciplina.